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A lagarta do ártico ursa-felpuda (Gynaephora groenlandica) é conhecida por ser a lagarta com maior longevidade – 14 anos. Isso significa que durante 13 estações ela passa pelo processo de congelamento no inverno, e depois descongela em cada primavera, até se tornar numa mariposa, por altura do seu 14.º aniversário. (A maioria das lagartas só dura algumas semanas até se tornarem mariposas).Quando o verão termina a lagarta do ártico ursa-felpuda começa a fazer glicerol, uma espécie de anti- congelante. Normalmente, quando o líquido congela, os cristais em expansão rompem a membrana das células, permitindo a vazão do líquido. A lagarta utiliza o glicerol para controlar o processo da formação dos cristais. Assim que a temperatura desce, os intestinos da lagarta ursa-felpuda são os primeiros a congelar, depois o sangue, e os sinais de ritmo cardíaco e de respiração desaparecem. Fica completamente congelada. Assim que chega a primavera, descongela, pronta a comer e a crescer outra vez.
Como é que a evolução explica isto? Quantas vezes a lagarta tentou sobreviver ao inverno? Se falhou, o resultado foi a morte – um beco sem saída evolutivo. Quando é que uma certa lagarta “acertou” e sobreviveu? Lembre-se, teve de haver dois, um macho e uma fêmea, para sobreviver e produzir ovos e dar continuidade à espécie. A lagarta do ártico ursa-felpuda original teve que fazer este anticongelante para que as suas células pudessem congelar sem que houvesse possibilidade de ruptura não apenas uma vez para um inverno, mas 13 vezes para 13 congelamentos de inverno, lembrando-se sempre de produzir o anticongelante antes do inverno chegar. Depois teve que aprender a reorganizar a sua estrutura corporal para se transformar numa mariposa na 14ª primavera. Como é que os evolucionistas explicam isto? Não explicam. A lagarta do ártico ursa-felpuda foi criada para sobreviver muitos invernos. Quando vemos criação, tem que haver um Criador, e esse Criador é Deus.